Aqui os Afonsinhos podem testar os conhecimentos sobre a reconquista cristã, a formação de Portugal, o reino de Portugal e a ocupação da Península Ibérica no século XI,
Têm espaços para preencher e puzzles de palavras mas também podem ficar a conhecer melhor os castelos.
Para aceder fazem o seguinte: clicam em qualquer palavra de cor diferente e no site que abrir selecionam a categoria Jogos no lado esquerdo. Depois, nas unidades do 5º ano selecionam a nº 4, Formação do reino de Portugal. Acedem, então, a uma lista de jogos didáticos e atividades sobre o tema em estudo. É só escolher e divirtam-se.
Blog da disciplina de HGP 5º ano da escola básica Professor Pedro d'Orey da Cunha
Mostrar mensagens com a etiqueta FORMAÇÃO DE PORTUGAL. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta FORMAÇÃO DE PORTUGAL. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
O RECONHECIMENTO DO REINO
«Só o Papa pode nomear e depor os bispos. O Papa é o único homem a quem os reis beijam os pés.
A Ele é permitido depor os reis e imperadores.
A sua decisão não deve ser mudada por ninguém e só Ele pode mudar a de qualquer pessoa.
Ninguém pode desrespeitar a decisão do Papa.»
Bula do Papa Gregório VII – Século XI.
Já perceberam os Afonsinhos que para D. Afonso Henriques ser de facto rei precisava que o Papa o reconhecesse como tal.
Em 1179, D. Afonso Henriques conseguiu esse objetivo. O Papa reconheceu-o como rei de Portugal na Bula Manifestis Probatum.

«Alexandre, Bispo, servo dos servos de Deus. Ao caríssimo filho em Cristo, Afonso, ilustre Rei de Portugal e a seus herdeiros perpetuamente.
Foi comprovado que, por esforços guerreiros e combates militares como incansável lutador da Fé Cristã, como bom filho e príncipe católico, muitos favores prestaste à Santa Madre Igreja [...]
Por isso, atendendo nós à tua pessoa cheia de prudência e justiça, recebemos sob a nossa protecção e de S. Pedro, o reino portucalense com a integridade e honra de reino que aos reis pertence e também todos os lugares que, com o auxílio de Deus, retirares aos sarracenos nos quais os vizinhos príncipes cristãos não podem exigir para si direito [...]
A teus herdeiros concedemos estas mesmas coisas [...]».
Bula do Papa Alexandre III, 1179
(Adaptado)
A Ele é permitido depor os reis e imperadores.
A sua decisão não deve ser mudada por ninguém e só Ele pode mudar a de qualquer pessoa.
Ninguém pode desrespeitar a decisão do Papa.»
Bula do Papa Gregório VII – Século XI.
Já perceberam os Afonsinhos que para D. Afonso Henriques ser de facto rei precisava que o Papa o reconhecesse como tal.
Em 1179, D. Afonso Henriques conseguiu esse objetivo. O Papa reconheceu-o como rei de Portugal na Bula Manifestis Probatum.
«Alexandre, Bispo, servo dos servos de Deus. Ao caríssimo filho em Cristo, Afonso, ilustre Rei de Portugal e a seus herdeiros perpetuamente.
Foi comprovado que, por esforços guerreiros e combates militares como incansável lutador da Fé Cristã, como bom filho e príncipe católico, muitos favores prestaste à Santa Madre Igreja [...]
Por isso, atendendo nós à tua pessoa cheia de prudência e justiça, recebemos sob a nossa protecção e de S. Pedro, o reino portucalense com a integridade e honra de reino que aos reis pertence e também todos os lugares que, com o auxílio de Deus, retirares aos sarracenos nos quais os vizinhos príncipes cristãos não podem exigir para si direito [...]
A teus herdeiros concedemos estas mesmas coisas [...]».
Bula do Papa Alexandre III, 1179
(Adaptado)
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
A FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL
Conseguiu o reconhecimento da independência de Portugal através do Tratado de Zamora - 1143.
Assim, a partir de 1143, Portugal passou a ser um reino, cuja forma de governo era uma monarquia hereditária, sendo D. Afonso Henriques o primeiro rei da 1ª Dinastia.
Agora vai aqui e aplica o que aprendeste.
D. Afonso Henriques também desejava alargar o território e, para o conseguir, lutou contra os Mouros, conquistando terras e avançando para o Sul.
| Portugal em 1185 |
O CONDADO PORTUCALENSE
Os Afonsinhos já aprenderam que o Condado Portucalense foi doado por D. Afonso VI, rei de Leão, a D. Henrique.
D. Henrique tinha direitos e deveres:
- devia obediência a D. Afonso VI
- tinha o direito de alargar o Condado, conquistando terras aos Mouros.
Após a morte de D. Henrique, o Condado passou a ser governado por D. Teresa, sua mulher.
A ligação entre D. Teresa e Fernão Peres de Trava (conde galego), prejudicava o desejo de independência do Condado Portucalense. D. Afonso Henriques, apoiado pelos nobres portucalenses, revoltou-se contra a mãe.
Na batalha de São Mamede - 1128, defrontaram-se os partidários de D. Teresa e os partidários de D. Afonso Henriques. D. Teresa derrotada fugiu para a Galiza, ficando D. Afonso Henriques a governar o Condado Portucalense.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
AS CRUZADAS
As Cruzadas são expedições de carácter “militar” organizadas pela Igreja Católica, para combaterem os inimigos do Cristianismo e libertarem a Terra Santa (Jerusalém) das mãos dos infiéis.
O movimento estendeu-se desde os fins do século XI até meados do século XIII.
Chamavam-se Cruzadas pois aqueles que nelas participavam (os chamados soldados de Cristo) eram identificados pelo símbolo da cruz bordado nas vestes. A cruz simbolizava o contrato estabelecido entre o indivíduo e Deus.
Subscrever:
Mensagens (Atom)