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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

APRENDER A BRINCAR

Aqui os Afonsinhos podem testar os conhecimentos sobre a reconquista cristã, a formação de Portugal, o reino de Portugal e a ocupação da Península Ibérica no século XI,
Têm espaços para preencher e puzzles de palavras mas também podem ficar a conhecer melhor os castelos.
Para aceder fazem o seguinte: clicam em qualquer palavra de cor diferente e no site que abrir selecionam a categoria Jogos no lado esquerdo. Depois, nas unidades do 5º ano selecionam a nº 4, Formação do reino de Portugal. Acedem, então, a uma lista de jogos didáticos e atividades sobre o tema em estudo. É só escolher e divirtam-se.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O RECONHECIMENTO DO REINO

«Só o Papa pode nomear e depor os bispos. O Papa é o único homem a quem os reis beijam os pés.

A Ele é permitido depor os reis e imperadores.

A sua decisão não deve ser mudada por ninguém e só Ele pode mudar a de qualquer pessoa.

Ninguém pode desrespeitar a decisão do Papa.»

Bula do Papa Gregório VII – Século XI.

Já perceberam os Afonsinhos que para D. Afonso Henriques ser de facto rei precisava que o Papa o reconhecesse como tal.
Em 1179, D. Afonso Henriques conseguiu esse objetivo. O Papa reconheceu-o como rei de Portugal na Bula Manifestis Probatum.




«Alexandre, Bispo, servo dos servos de Deus. Ao caríssimo filho em Cristo, Afonso, ilustre Rei de Portugal e a seus herdeiros perpetuamente.

Foi comprovado que, por esforços guerreiros e combates militares como incansável lutador da Fé Cristã, como bom filho e príncipe católico, muitos favores prestaste à Santa Madre Igreja [...]

Por isso, atendendo nós à tua pessoa cheia de prudência e justiça, recebemos sob a nossa protecção e de S. Pedro, o reino portucalense com a integridade e honra de reino que aos reis pertence e também todos os lugares que, com o auxílio de Deus, retirares aos sarracenos nos quais os vizinhos príncipes cristãos não podem exigir para si direito [...]

A teus herdeiros concedemos estas mesmas coisas [...]».

Bula do Papa Alexandre III, 1179


(Adaptado)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL

Os afonsinhos já sabem que D. Afonso Henriques desejava obter a independência do Condado Portucalense. Para o conseguir lutou contra D. Afonso VII, seu primo, rei de Leão e Castela.
Conseguiu o reconhecimento da independência de Portugal através do Tratado de Zamora - 1143.
Assim, a partir de 1143, Portugal passou a ser um reino, cuja forma de governo era uma monarquia hereditária, sendo D. Afonso Henriques o primeiro rei da 1ª Dinastia.
Agora vai aqui e aplica o que aprendeste.

D. Afonso Henriques também desejava alargar o território e, para o conseguir, lutou contra os Mouros, conquistando terras e avançando para o Sul.

Portugal em 1185

O CONDADO PORTUCALENSE





Os Afonsinhos já aprenderam que o Condado Portucalense foi doado por D. Afonso VI, rei de Leão, a D. Henrique.
D. Henrique tinha direitos e deveres:
- devia obediência a D. Afonso VI
- tinha o direito de alargar o Condado, conquistando terras aos Mouros.
Após a morte de D. Henrique, o Condado passou a ser governado por D. Teresa, sua mulher. 
A ligação entre D. Teresa e Fernão Peres de Trava (conde galego), prejudicava o desejo de independência do Condado Portucalense. D. Afonso Henriques, apoiado pelos nobres portucalenses, revoltou-se contra a mãe. 
Na batalha de São Mamede - 1128, defrontaram-se os partidários de D. Teresa e os partidários de D. Afonso Henriques. D. Teresa derrotada fugiu para a Galiza, ficando D. Afonso Henriques a governar o Condado Portucalense. 





domingo, 2 de fevereiro de 2014

AS CRUZADAS


Conquista de Jerusalém
cavaleiro_cruzadas1


As Cruzadas são expedições de carácter “militar” organizadas pela Igreja Católica, para combaterem os inimigos do Cristianismo e libertarem a Terra Santa (Jerusalém) das mãos dos infiéis.
O movimento estendeu-se desde os fins do século XI até meados do século XIII. 
Chamavam-se Cruzadas pois aqueles que nelas participavam  (os chamados soldados de Cristo) eram identificados pelo símbolo da cruz bordado nas vestes. A cruz simbolizava o contrato estabelecido entre o indivíduo e Deus.

PORTUGAL - DE CONDADO A REINO